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	<title>Portal Open Source &#187; Tutoriais</title>
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	<description>O seu Portal de notícias sobre tecnologia Open Source</description>
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		<title>Comandos mais comuns em Linux</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 01:41:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Figueiredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[open source]]></category>
		<category><![CDATA[linha comandos]]></category>
		<category><![CDATA[linha de comando]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Este artigo serve para uma simples listagem dos comandos essenciais em linux, em breve iremos fazer um novo artigo com comandos mais avançados. Listar directorias: &#8211; ls O Comando ls (LiSt) lista ficheiros em cores diferentes de forma a que seja possível distinguir os diferentes tipos Criar Directorias: &#8211; mkdir (nome da directoria) O mkdir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-135 alignleft" title="bashcommandprompt" src="http://www.portalopensource.com/wp-content/uploads/2008/08/bashcommandprompt-300x163.gif" alt="" width="300" height="163" />Este artigo serve para uma simples listagem dos comandos essenciais em linux, em breve iremos fazer um novo artigo com comandos mais avançados.</p>
<p>Listar directorias: &#8211; <em>ls</em></p>
<p>O Comando ls (LiSt) lista ficheiros em cores diferentes de forma a que seja possível distinguir os diferentes tipos</p>
<p>Criar Directorias: &#8211; <em>mkdir </em>(nome da directoria)</p>
<p>O mkdir (MaKeDIRectory) serve para criar uma directoria.</p>
<p>Mudar de Directoria: &#8211; <em>cd </em>(/directoria/localizacao)</p>
<p>O cd (ChangeDirectory) irá mudar da directoria corrente para a directoria que definir.</p>
<p>Copiar Ficheiros/Directorias: &#8211; <em>cp </em>(nome do ficheiro ou directoria) (para a directoria ou ficheiro)</p>
<p>O comando cp (CoPy) irá copiar os ficheiros que definir. O comando cp -r irá copiar as directorias que definir.</p>
<p>Remover Ficheiros/Directorias: &#8211; <em>rm </em>(nome do ficheiro ou directoria)</p>
<p>O comando rm (ReMove) irá eliminar o ficheiro que definir. O comando rm -rf irá eliminar a directoria que definir.</p>
<p>Renomear ou Mover Ficheiros/Directorias: &#8211; <em>mv </em>(ficheiro ou nome da directoria)</p>
<p>O Comando mv (MoVe) irá renomear/mover qualquer ficheiro ou directoria que definir.</p>
<p>Procurar Ficheiros/Directorias: &#8211; <em>locate </em>(nome do ficheiro ou directoria)</p>
<p>O comando locate irá procurar no seu computador por qualquer ficheiro que especificar. Utiliza um index de forma a funcionar de uma forma mais eficiente. Para actualizar esse index basta correr o comando updatedb. Este comando corre diáriamente se deixar o computador ligado. Terá que correr em modo de adminstração para funcionar.</p>
<p>É possível usar wildcards de forma a aumentar a sua pesquisa tais como &#8220;*&#8221; (para todos os ficheiros) ou &#8220;?&#8221; para um ou vários caracteres.</p>
<p>Em certas distribuições existe a necessidade de correr alguns comandos em modo de administrador, caso deseje correr apenas um comando basta colocar <em>sudo </em>antes do comando, se está a meio de algo em que precisa constantemente então corra <em>sudo bas</em>h de forma a que torne a sessão actual em modo de administração.<img src="http://www.portalopensource.com/?ak_action=api_record_view&#038;id=897&#038;type=feed" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Eliminar comentários indesejados no WordPress</title>
		<link>http://www.portalopensource.com/2010/11/10/eliminar-comentarios-indesejados-no-wordpress/</link>
		<comments>http://www.portalopensource.com/2010/11/10/eliminar-comentarios-indesejados-no-wordpress/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Nov 2010 12:29:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Figueiredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[phpmyadmin]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[wordpress]]></category>

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		<description><![CDATA[Já se deparou com centenas de comentários para aprovação e até aprovados que são apenas spam? Temos a solução para isso. Aceda ao phpmyadmin e seleccione a base de dados pretendida, é conveniente fazer primeiro um backup da base de dados. Aceda ao espaço de SQL e corra o seguinte comando: delete from wp_comments where [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.portalopensource.com/wp-content/uploads/2010/11/index.jpg"><img class="size-full wp-image-830 alignleft" title="index" src="http://www.portalopensource.com/wp-content/uploads/2010/11/index.jpg" alt="" width="167" height="167" /></a>Já se deparou com centenas de comentários para aprovação e até aprovados que são apenas spam? Temos a solução para isso.</p>
<p>Aceda ao phpmyadmin e seleccione a base de dados pretendida, é conveniente fazer primeiro um backup da base de dados. Aceda ao espaço de SQL e corra o seguinte comando:</p>
<p><code><strong>delete from wp_comments where comment_approved = '0'</strong></code></p>
<p>Isto irá eliminar todos os comentários que estão pendentes de aprovação.</p>
<p>Caso necessite de eliminar <strong>todos os comentários aprovados </strong>basta correr:</p>
<p><code><strong>delete from wp_comments where comment_approved = '1'</strong></code></p>
<p>Atenção que estes dois comandos irão eliminar todos os comentários efectuados logo tenha a certeza que é isso que pretende.</p>
<p>Recomenda-se que desactive a opção de que todas as pessoas se podem registar de forma a que consiga dificultar a vida aos spammers ou então escolher uma solução alternativa para filtrar o spam.<img src="http://www.portalopensource.com/?ak_action=api_record_view&#038;id=829&#038;type=feed" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como Instalar um Theme no Ubuntu</title>
		<link>http://www.portalopensource.com/2010/06/01/como-instalar-um-theme-no-ubuntu/</link>
		<comments>http://www.portalopensource.com/2010/06/01/como-instalar-um-theme-no-ubuntu/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 18:31:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Figueiredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[wallpapers]]></category>
		<category><![CDATA[theme]]></category>
		<category><![CDATA[themes]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[A Imagem que enviamos de seguida fala por si, basta clicar para ampliar a mesma e localizar a opção onde é possível adicionar temas no Ubuntu.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Imagem que enviamos de seguida fala por si, basta clicar para ampliar a mesma e localizar a opção onde é possível adicionar temas no Ubuntu.</p>
<p><a href="http://www.portalopensource.com/wp-content/uploads/2010/06/ubuntu_themes.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-716" title="ubuntu_themes" src="http://www.portalopensource.com/wp-content/uploads/2010/06/ubuntu_themes-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a><img src="http://www.portalopensource.com/?ak_action=api_record_view&#038;id=715&#038;type=feed" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como criar um Cluster Mysql para 2 Servidores (são necessários 3 na realidade)</title>
		<link>http://www.portalopensource.com/2010/02/26/como-criar-um-cluster-mysql-para-2-servidores-sao-necessarios-3-na-realidade/</link>
		<comments>http://www.portalopensource.com/2010/02/26/como-criar-um-cluster-mysql-para-2-servidores-sao-necessarios-3-na-realidade/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 19:21:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Figueiredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[mysql]]></category>

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		<description><![CDATA[Este tutorial servirá para criar um cluster de forma a que seja possível fazer um balanço de carga dos dados servidos, será necessário um terceiro servidor que após a configuração pode ser desligado, não é recomendável fazer isso, não é possível apenas com os dois servidores ter uma verdadeira redundancia. Para ser possível desligar um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.portalopensource.com/wp-content/uploads/2009/01/mysql.gif"><img class="size-thumbnail wp-image-342 alignleft" title="mysql" src="http://www.portalopensource.com/wp-content/uploads/2009/01/mysql-150x150.gif" alt="" width="150" height="150" /></a>Este tutorial servirá para criar um cluster de forma a que seja possível fazer um balanço de carga dos dados servidos, será necessário um terceiro servidor que após a configuração pode ser desligado, não é recomendável fazer isso, não é possível apenas com os dois servidores ter uma verdadeira redundancia.</p>
<p>Para ser possível desligar um dos servidores do Cluster é necessário que o servidor de gestão esteja a correr.</p>
<p>Vamos então ver os 3 servidores:</p>
<p>mysql1.dominio.com     192.168.0.1</p>
<p>mysql2.dominio.com     192.168.0.2</p>
<p>mysql3.dominio.com     192.168.0.3</p>
<p>O servidor 1 e 2 serão os que acabarão a servir o cluster, enquanto que o terceiro irá fazer a gestão do nó, não requer a instalação do Mysql e apenas algumas pequenas alterações serão efectuadas (geralmente utiliza-se uma máquina que já se encontra em produção a fazer outras tarefas).</p>
<p><strong>Passo 1 &#8211; Instalar o Mysql em ambas as máquinas do cluster para isso serão necessários os seguintes comandos em ambas as máquinas do cluster.</strong></p>
<p>cd /usr/local/<br />
<a href="http://dev.mysql.com/get/Downloads/MySQL-4.1/mysql-max-4.1.9-pc-linux-gnu-i686.tar.gz/">http://dev.mysql.com/get/Downloads/MySQL-4.1/mysql-max-4.1.9-pc-linux-gnu-i686.tar.gz/</a><br />
 from/http://www.signal42.com/mirrors/mysql/<br />
groupadd mysql<br />
useradd -g mysql mysql<br />
tar -zxvf mysql-max-4.1.9-pc-linux-gnu-i686.tar.gz<br />
rm mysql-max-4.1.9-pc-linux-gnu-i686.tar.gz<br />
ln -s mysql-max-4.1.9-pc-linux-gnu-i686 mysql<br />
cd mysql<br />
scripts/mysql_install_db &#8211;user=mysql<br />
chown -R root  .<br />
chown -R mysql data<br />
chgrp -R mysql .<br />
cp support-files/mysql.server /etc/rc.d/init.d/<br />
chmod +x /etc/rc.d/init.d/mysql.server<br />
chkconfig &#8211;add mysql.server~</p>
<p><strong>Não inicie o mysql.</strong></p>
<p><strong><strong>Passo 2 &#8211; Instalar e configurar a máquina de gestão do Cluster.</strong><br />
</strong><strong></strong></p>
<p>Para isso irá necessitar dos ficheiros que se encontram em /bin no directório do Mysql: <strong>ndb_mgm e ndb_mgmd </strong>poderá ir buscar estes ficheiros ao mysql-max basta descarregar o mesmo.</p>
<p>De seguida terá que executar os seguintes comandos:</p>
<p>mkdir /usr/src/mysql-mgm<br />
cd /usr/src/mysql-mgm<br />
<a href="http://dev.mysql.com/get/Downloads/MySQL-4.1/mysql-max-4.1.9-pc-linux-gnu-i686.tar.gz/">http://dev.mysql.com/get/Downloads/MySQL-4.1/mysql-max-4.1.9-pc-linux-gnu-i686.tar.gz/</a><br />
 from/http://www.signal42.com/mirrors/mysql/<br />
tar -zxvf mysql-max-4.1.9-pc-linux-gnu-i686.tar.gz<br />
rm mysql-max-4.1.9-pc-linux-gnu-i686.tar.gz<br />
cd mysql-max-4.1.9-pc-linux-gnu-i686<br />
mv bin/ndb_mgm .<br />
mv bin/ndb_mgmd .<br />
chmod +x ndb_mg*<br />
mv ndb_mg* /usr/bin/<br />
cd<br />
rm -rf /usr/src/mysql-mgm</p>
<p>Terá que configurar o ficheiro de configuração para a gestão:</p>
<p>mkdir /var/lib/mysql-cluster<br />
cd /var/lib/mysql-cluster<br />
vi (ou qualquer outro editor) config.ini</p>
<p>Agora, altere o que é apresentado:</p>
<p>[NDBD DEFAULT]<br />
NoOfReplicas=2<br />
[MYSQLD DEFAULT]<br />
[NDB_MGMD DEFAULT]<br />
[TCP DEFAULT]<br />
# Managment Server<br />
[NDB_MGMD]<br />
HostName=192.168.0.3  # O IP do servidor actual de gestao<br />
# Storage Engines<br />
[NDBD]<br />
HostName=192.168.0.1  # O IP do primeiro servidor<br />
DataDir= /var/lib/mysql-cluster<br />
[NDBD]<br />
HostName=192.168.0.2  # O IP do segundo servidor<br />
DataDir=/var/lib/mysql-cluster<br />
# 2 Clientes MySQL<br />
[MYSQLD]<br />
[MYSQLD]</p>
<p>Agora inicie o servidor de gestão mysql:</p>
<p>ndb_mgmd</p>
<p>Este é o servidor de gestão e não a consola de gestão, logo de momento não espere nenhum tipo de output. (Já voltamos a isso)</p>
<p><strong><strong>Passo 3 &#8211; Configurar as directorias da informação e iniciar o mysql.</strong><br />
</strong><strong></strong></p>
<p>Em ambos os servidores do cluster terá que alterar o seguinte: (Alterando o que for necessário para se adaptar)</p>
<p>nano /etc/my.cnf</p>
<p>Insira as seguintes linhas em ambos os servidores alterando os endereços IP para o IP do servidor de gestão que configurou no passo 2.</p>
<p>[mysqld]<br />
ndbcluster<br />
ndb-connectstring=192.168.0.3 # O IP do servidor de gestão<br />
[mysql_cluster]<br />
ndb-connectstring=192.168.0.3 # O IP do servidor de gestão</p>
<p>Agora criamos a directoria da informação e iniciamos o motor de dados:</p>
<p>mkdir /var/lib/mysql-cluster<br />
cd /var/lib/mysql-cluster<br />
/usr/local/mysql/bin/ndbd &#8211;initial<br />
/etc/rc.d/init.d/mysql.server start</p>
<p>Repita exactamente o mesmo passo para o segundo servidor do cluster.</p>
<p>Nota: deverá usar &#8211;initial apenas se está a fazer este procedimento de raiz ou se ouve alguma alteração ao ficheiro config.ini no servidor de gestão.</p>
<p><strong><strong>Passo 4 &#8211; Verificar se tudo está a funcionar.</strong></strong></p>
<p>Agora poderá aceder ao servidor de gestão do cluster para ver o que está a acontecer.</p>
<p>/usr/local/mysql/bin/nbd_mgm</p>
<p>Insira o comando SHOW para perceber o que está a acontecer, deverá visualizar ambos os servidores com o respectivo id caso ele se tenha ligado é altura de aceder a um dos servidores e fazer:</p>
<p>mysql<br />
use test;<br />
CREATE TABLE ctest (i INT) ENGINE=NDBCLUSTER;<br />
INSERT INTO ctest () VALUES (1);<br />
SELECT * FROM ctest</p>
<p>O comportamento esperado é que a mesma informação seja visível no outro servidor, o derradeiro teste será desligar um dos servidor e verificar se a informação continua disponível.<img src="http://www.portalopensource.com/?ak_action=api_record_view&#038;id=710&#038;type=feed" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Virus em sistemas linux como resolver</title>
		<link>http://www.portalopensource.com/2009/12/15/virus-em-sistemas-linux-como-resolver/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 05:21:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Figueiredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicações]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Operativo]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[No caso do windows é normal e não dá notícia, mas quando estamos a falar de sistemas operativos linux é raro associarmos a qualquer tipo de virus seja ele spyware ou malware. Infelizmente hoje temos um caso a reportar. O dito Malware foi encontrado num protector de tela que corre nos ambientes gráficos gnome e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-thumbnail wp-image-703 alignleft" title="linux" src="http://www.portalopensource.com/wp-content/uploads/2009/12/linux-150x150.jpg" alt="linux" width="150" height="150" />No caso do windows é normal e não dá notícia, mas quando estamos a falar de sistemas operativos linux é raro associarmos a qualquer tipo de virus seja ele spyware ou malware. Infelizmente hoje temos um caso a reportar.</p>
<p>O dito Malware foi encontrado num protector de tela que corre nos ambientes gráficos gnome e que estava disponível para download num afamado site gráfico da gnome. (Gnome-Look.org)</p>
<p>O ficheiro .deb instala um script que com elevados privilégios no sistema faz ataques de DDoS e consegue manter-se actualizado por downloads constantes.</p>
<p>Apesar do incidente ter dado muito que falar de grave não teve nada e já foi devidamente controlado,  já não é possível instalar o dito screensaver.</p>
<p>Caso ache que foi infectado aceda a uma linha de comandos e corra o seguinte:  (Deve correr este comando caso recentemente tenha instalado screensavers da página <em>Gnome-Look.org)</em></p>
<p><em>sudo rm -f /usr/bin/Auto.bash /usr/bin/run.bash /etc/profile.d/gnome.sh index.php run.bash &amp;&amp; sudo dpkg -r app5552<br />
</em><img src="http://www.portalopensource.com/?ak_action=api_record_view&#038;id=702&#038;type=feed" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dell desenvolve Chrome OS personalizado</title>
		<link>http://www.portalopensource.com/2009/12/01/dell-desenvolve-chrome-os-personalizado/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 13:48:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Figueiredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicações]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Operativo]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[open source]]></category>

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		<description><![CDATA[A dell disponibilizou uma versão personalizada do sistema operativo Google Chromium OS (a versão open source do Chrome OS) desenvolvida especialmente para os populares portáteis Mini 10V. A Dell deu então o projecto ideal aos contemplados do Mini 10V para os próximos feriados e fins de semana. Tudo o que necessita é de uma drive USB [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-627 alignleft" title="chrome_icon" src="http://www.portalopensource.com/wp-content/uploads/2009/12/chrome_icon.jpg" alt="chrome_icon" width="139" height="134" />A dell disponibilizou uma versão personalizada do sistema operativo Google Chromium OS (a versão open source do Chrome OS) desenvolvida especialmente para os populares portáteis Mini 10V.</p>
<p>A Dell deu então o projecto ideal aos contemplados do Mini 10V para os próximos feriados e fins de semana. Tudo o que necessita é de uma drive USB com 8gb livres. Basta copiar a imagem para a raiz do disco ligar o disco a uma porta USB fazer reboot e aproveitar.</p>
<p>É relevante salientar que é uma versão pre-beta e que poderá ser instável.</p>
<p><a href="http://linux.dell.com/files/cto" target="_blank">Clique aqui para o download.</a><img src="http://www.portalopensource.com/?ak_action=api_record_view&#038;id=626&#038;type=feed" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como encontrar palavras em ficheiros com o Grep</title>
		<link>http://www.portalopensource.com/2009/09/11/como-encontrar-palavras-em-ficheiros-com-o-grep/</link>
		<comments>http://www.portalopensource.com/2009/09/11/como-encontrar-palavras-em-ficheiros-com-o-grep/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 14:35:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Figueiredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[open source]]></category>

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		<description><![CDATA[Constantemente damos por nós com a necessidade de encontrar um excerto de texto ou uma palavra num ficheiro de forma a resolver rapidamente um problema. A maneira mais fácil de resolver este problema na linha de comandos é utilizar o comando grep, comando esse que se encontra disponível em todas as distribuições linux como uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-thumbnail wp-image-551 alignleft" title="Search Magnifier" src="http://www.portalopensource.com/wp-content/uploads/2009/09/Search-Magnifier-150x150.png" alt="Search Magnifier" width="150" height="150" />Constantemente damos por nós com a necessidade de encontrar um excerto de texto ou uma palavra num ficheiro de forma a resolver rapidamente um problema. A maneira mais fácil de resolver este problema na linha de comandos é utilizar o comando grep, comando esse que se encontra disponível em todas as distribuições linux como uma ferramenta essencial.</p>
<p>Vamos então cobrir algumas funcionalidades deste comando.
</p>
<p><strong>grep -r &#8220;teste&#8221; .</strong>
</p>
<p>Desta forma é possível pesquisar pela palavra &#8220;teste&#8221; dentro da directoria em que se correu o comando e ao utilizar o &#8220;-r&#8221;  o grep irá pesquisar em todas as sub-directorias desta directoria<br />
Se o objectivo é apenas pesquisar nomes de ficheiros então basta substituir o &#8220;-r&#8221; por &#8220;-l&#8221; o comando ficarás como se segue</p>
<p><strong>grep -l &#8220;teste&#8221; .</strong></p>
<p>Caso exista a necessidade de encontrar várias palavras dentro de um ficheiro então basta correr
</p>
<p><strong>grep -r &#8220;palavra1\|palavra2\|palavra3&#8243; .</strong>
</p>
<p>Caso tenha uma necessidade de pesquisa que não se encontre aqui basta correr o comando <strong>man grep </strong>e pesquisar a sua necessidade de pesquisa na vasta variedade de outputs do grep.<img src="http://www.portalopensource.com/?ak_action=api_record_view&#038;id=550&#038;type=feed" alt="" /></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Isolar imagem do background com o Gimp</title>
		<link>http://www.portalopensource.com/2009/09/06/isolar-imagem-do-background-com-o-gimp/</link>
		<comments>http://www.portalopensource.com/2009/09/06/isolar-imagem-do-background-com-o-gimp/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 23:14:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicações]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Visual]]></category>
		<category><![CDATA[gimp]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste tutorial é apresentado um pequeno truque a nível de mascáras, de modo a colocarmos o background de uma imagem a preto e branco enquanto seleccionamos uma parte da mesma a permanecer com cor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Neste tutorial é apresentado um pequeno truque a nível de mascáras, de modo a colocarmos o background de uma imagem a preto e branco enquanto seleccionamos uma parte da mesma a permanecer com cor.</p>
<p style="text-align: justify;">Para começar é necessário abrir a imagem que pretendemos utilizar com o <a title="gimp" href="http://www.gimp.org/">GIMP</a>, podem utilizar a imagem deste tutorial para testar.</p>
<div id="attachment_493" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-493" title="leon7" src="http://www.portalopensource.com/wp-content/uploads/2009/09/leon7-300x216.jpg" alt="Imagem Original" width="300" height="216" />
<p class="wp-caption-text">Imagem Original</p>
</div>
<div id="attachment_495" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-495" title="leon7_after" src="http://www.portalopensource.com/wp-content/uploads/2009/09/leon7_after-300x216.jpg" alt="Imagem com o efeito pretendido" width="300" height="216" />
<p class="wp-caption-text">Imagem com o efeito pretendido</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Depois de abrir a imagem com o <a title="gimp" href="http://www.gimp.org/">GIMP</a>, se a caixa de layer ainda não estiver visivel pressione as teclas <strong>Ctrl+L</strong>, ou através do menu <strong>Windows &gt; Dockable Dialogs &gt; Layers</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Duplique o layer de background pressionando o botão direito do rato por cima do layer e seleccionando <strong>Duplicate Layer</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Renomear o novo layer para Mask pressionando o botão direito do rato por cima do novo layer e seleccionando <strong>Edit Layer Attributes</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_497" class="wp-caption aligncenter" style="width: 113px"><img class="size-medium wp-image-497" title="tut2" src="http://www.portalopensource.com/wp-content/uploads/2009/09/tut21-103x300.jpg" alt="tut2" width="103" height="300" />
<p class="wp-caption-text">Opção Edit Layer Attributes</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Agora que se criaram dois layers é possível retirar a cor do background, mas mantendo seleccionado o layer <strong>Mask</strong>. Em seguida navegar até <strong>Colour &gt; Desaturate</strong> e clicar ok. A imagem irá surgir a preto e branco.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_498" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-498" title="tut3" src="http://www.portalopensource.com/wp-content/uploads/2009/09/tut3-300x229.jpg" alt="tut3" width="300" height="229" />
<p class="wp-caption-text">Desaturate</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, pressionar o botão direito do rato no layer Mask e seleccionar <strong>Add Layer Mask</strong>, no menu que surje em seguida seleccionar a opção <strong>White Mask (Full Opacity)</strong>.</p>
<p>É possível notar um quadrado branco junto do layer Mask, funcionará como um preview da máscara que for aplicada.<br />
Seleccione o pincel (<strong>brush</strong>) da toolbar e aumente o nível de <strong>zoom</strong>. Defina a cor principal para preto.</p>
<p>Agora aplique o <strong>brush</strong> apenas no objecto que se pretende colorir.</p>
<div id="attachment_499" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-499" title="tut5" src="http://www.portalopensource.com/wp-content/uploads/2009/09/tut5-300x171.jpg" alt="tut5" width="300" height="171" />
<p class="wp-caption-text">isolar o seat leon vermelho do background</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Quando terminar de isolar o objecto (o automóvel seat leon neste caso) pressione o botão direito do rato no layer Mask e seleccionando a opção <strong>Apply Mask</strong>.<br />
Termina assim o tutorial atingindo um decente efeito utilizando máscaras no <a title="gimp" href="http://www.gimp.org/">GIMP</a>.<img src="http://www.portalopensource.com/?ak_action=api_record_view&#038;id=494&#038;type=feed" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como alterar a linguagem do OpenOffice.org automaticamente</title>
		<link>http://www.portalopensource.com/2009/09/05/como-alterar-a-linguagem-do-openoffice-org-automaticamente/</link>
		<comments>http://www.portalopensource.com/2009/09/05/como-alterar-a-linguagem-do-openoffice-org-automaticamente/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 14:17:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Figueiredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicações]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[mudar linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[openoffice]]></category>
		<category><![CDATA[openoffice.org]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma funcionalidade bastante interessante do OpenOffice é a facilidade de alterar a linguagem dos textos de forma automatica para que o corrector ortográfico se adapte.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-438 alignleft" title="openofficelogo" src="http://www.portalopensource.com/wp-content/uploads/2009/09/openofficelogo.jpg" alt="openofficelogo" width="250" height="215" />Uma funcionalidade bastante interessante do OpenOffice é a facilidade de alterar a linguagem dos textos de forma automatica para que o corrector ortográfico se adapte para isso basta abrir o OpenOffice.org Writer e aceder aos seguintes menus:</p>
<p>Ferramentas -&gt; Opções -&gt; Definições de Idioma -&gt; Ajudas Linguísticas</p>
<p>No menu de Opções activar &#8220;Verificar todos os Idiomas&#8221;</p>
<p>E a partir daqui o OpenOffice irá automaticamente detectar a língua em que os textos se encontram.<img src="http://www.portalopensource.com/?ak_action=api_record_view&#038;id=475&#038;type=feed" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Criar partilhas de ficheiros em Linux</title>
		<link>http://www.portalopensource.com/2009/09/05/criar-partilhas-de-ficheiros-em-linux/</link>
		<comments>http://www.portalopensource.com/2009/09/05/criar-partilhas-de-ficheiros-em-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 12:43:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Figueiredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[open source]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[samba]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.portalopensource.com/?p=469</guid>
		<description><![CDATA[Neste artigo iremos explicar a mais rápida e eficiente forma de criar partilhas de ficheiros num sistema linux. A partir daqui poderá aceder a partir de qualquer computador independentemente do sistema operativo a estas partilhas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-470 alignleft" title="logo-samba" src="http://www.portalopensource.com/wp-content/uploads/2009/09/logo-samba-300x168.jpg" alt="logo-samba" width="216" height="88" />Neste artigo iremos explicar a mais rápida e eficiente forma de criar partilhas de ficheiros num sistema linux. A partir daqui poderá aceder a partir de qualquer computador independentemente do sistema operativo a estas partilhas.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Na linha de comandos corra as seguintes operações</p>
<p><em>sudo apt-get install samba<br />
sudo cp /etc/samba/smb.conf /etc/samba/smb.conf_default<br />
sudo gedit /etc/samba/smb.conf</em></p>
<p>Após ter editado o ficheiro smb.conf insira a seguinte informação</p>
<p>Nas opções globais:</p>
<p><em>workgroup = NOMEDOWORKGROUP<br />
netbios name = NOMEDOSERVIDOR</em></p>
<p>Nas definições de partilha:</p>
<p><em># Nome da Partilha<br />
[Partilha]<br />
comment = Partilha<br />
path = /partilha<br />
read only = no<br />
guest ok = yes</em></p>
<p>Na autenticação:</p>
<p><em>#Apague # para retirar o comentario da linha se seguranca, e fazer esta alteracao:<br />
#security = share</em></p>
<p>De volta ao terminal:</p>
<p><em>sudo mkdir /partilha<br />
sudo chmod 0777 /partilha</em></p>
<p>Reiniciar o Samba:<br />
<em>sudo /etc/init.d/samba restart</em><img src="http://www.portalopensource.com/?ak_action=api_record_view&#038;id=469&#038;type=feed" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
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