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	<title>Portal Open Source &#187; tutorial</title>
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	<description>O seu Portal de notícias sobre tecnologia Open Source</description>
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		<title>Eliminar comentários indesejados no WordPress</title>
		<link>http://www.portalopensource.com/2010/11/10/eliminar-comentarios-indesejados-no-wordpress/</link>
		<comments>http://www.portalopensource.com/2010/11/10/eliminar-comentarios-indesejados-no-wordpress/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Nov 2010 12:29:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Figueiredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[phpmyadmin]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[wordpress]]></category>

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		<description><![CDATA[Já se deparou com centenas de comentários para aprovação e até aprovados que são apenas spam? Temos a solução para isso. Aceda ao phpmyadmin e seleccione a base de dados pretendida, é conveniente fazer primeiro um backup da base de dados. Aceda ao espaço de SQL e corra o seguinte comando: delete from wp_comments where [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.portalopensource.com/wp-content/uploads/2010/11/index.jpg"><img class="size-full wp-image-830 alignleft" title="index" src="http://www.portalopensource.com/wp-content/uploads/2010/11/index.jpg" alt="" width="167" height="167" /></a>Já se deparou com centenas de comentários para aprovação e até aprovados que são apenas spam? Temos a solução para isso.</p>
<p>Aceda ao phpmyadmin e seleccione a base de dados pretendida, é conveniente fazer primeiro um backup da base de dados. Aceda ao espaço de SQL e corra o seguinte comando:</p>
<p><code><strong>delete from wp_comments where comment_approved = '0'</strong></code></p>
<p>Isto irá eliminar todos os comentários que estão pendentes de aprovação.</p>
<p>Caso necessite de eliminar <strong>todos os comentários aprovados </strong>basta correr:</p>
<p><code><strong>delete from wp_comments where comment_approved = '1'</strong></code></p>
<p>Atenção que estes dois comandos irão eliminar todos os comentários efectuados logo tenha a certeza que é isso que pretende.</p>
<p>Recomenda-se que desactive a opção de que todas as pessoas se podem registar de forma a que consiga dificultar a vida aos spammers ou então escolher uma solução alternativa para filtrar o spam.<img src="http://www.portalopensource.com/?ak_action=api_record_view&#038;id=829&#038;type=feed" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Isolar imagem do background com o Gimp</title>
		<link>http://www.portalopensource.com/2009/09/06/isolar-imagem-do-background-com-o-gimp/</link>
		<comments>http://www.portalopensource.com/2009/09/06/isolar-imagem-do-background-com-o-gimp/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 23:14:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicações]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Visual]]></category>
		<category><![CDATA[gimp]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste tutorial é apresentado um pequeno truque a nível de mascáras, de modo a colocarmos o background de uma imagem a preto e branco enquanto seleccionamos uma parte da mesma a permanecer com cor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Neste tutorial é apresentado um pequeno truque a nível de mascáras, de modo a colocarmos o background de uma imagem a preto e branco enquanto seleccionamos uma parte da mesma a permanecer com cor.</p>
<p style="text-align: justify;">Para começar é necessário abrir a imagem que pretendemos utilizar com o <a title="gimp" href="http://www.gimp.org/">GIMP</a>, podem utilizar a imagem deste tutorial para testar.</p>
<div id="attachment_493" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-493" title="leon7" src="http://www.portalopensource.com/wp-content/uploads/2009/09/leon7-300x216.jpg" alt="Imagem Original" width="300" height="216" />
<p class="wp-caption-text">Imagem Original</p>
</div>
<div id="attachment_495" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-495" title="leon7_after" src="http://www.portalopensource.com/wp-content/uploads/2009/09/leon7_after-300x216.jpg" alt="Imagem com o efeito pretendido" width="300" height="216" />
<p class="wp-caption-text">Imagem com o efeito pretendido</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Depois de abrir a imagem com o <a title="gimp" href="http://www.gimp.org/">GIMP</a>, se a caixa de layer ainda não estiver visivel pressione as teclas <strong>Ctrl+L</strong>, ou através do menu <strong>Windows &gt; Dockable Dialogs &gt; Layers</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Duplique o layer de background pressionando o botão direito do rato por cima do layer e seleccionando <strong>Duplicate Layer</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Renomear o novo layer para Mask pressionando o botão direito do rato por cima do novo layer e seleccionando <strong>Edit Layer Attributes</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_497" class="wp-caption aligncenter" style="width: 113px"><img class="size-medium wp-image-497" title="tut2" src="http://www.portalopensource.com/wp-content/uploads/2009/09/tut21-103x300.jpg" alt="tut2" width="103" height="300" />
<p class="wp-caption-text">Opção Edit Layer Attributes</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Agora que se criaram dois layers é possível retirar a cor do background, mas mantendo seleccionado o layer <strong>Mask</strong>. Em seguida navegar até <strong>Colour &gt; Desaturate</strong> e clicar ok. A imagem irá surgir a preto e branco.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_498" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-498" title="tut3" src="http://www.portalopensource.com/wp-content/uploads/2009/09/tut3-300x229.jpg" alt="tut3" width="300" height="229" />
<p class="wp-caption-text">Desaturate</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, pressionar o botão direito do rato no layer Mask e seleccionar <strong>Add Layer Mask</strong>, no menu que surje em seguida seleccionar a opção <strong>White Mask (Full Opacity)</strong>.</p>
<p>É possível notar um quadrado branco junto do layer Mask, funcionará como um preview da máscara que for aplicada.<br />
Seleccione o pincel (<strong>brush</strong>) da toolbar e aumente o nível de <strong>zoom</strong>. Defina a cor principal para preto.</p>
<p>Agora aplique o <strong>brush</strong> apenas no objecto que se pretende colorir.</p>
<div id="attachment_499" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-499" title="tut5" src="http://www.portalopensource.com/wp-content/uploads/2009/09/tut5-300x171.jpg" alt="tut5" width="300" height="171" />
<p class="wp-caption-text">isolar o seat leon vermelho do background</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Quando terminar de isolar o objecto (o automóvel seat leon neste caso) pressione o botão direito do rato no layer Mask e seleccionando a opção <strong>Apply Mask</strong>.<br />
Termina assim o tutorial atingindo um decente efeito utilizando máscaras no <a title="gimp" href="http://www.gimp.org/">GIMP</a>.<img src="http://www.portalopensource.com/?ak_action=api_record_view&#038;id=494&#038;type=feed" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Identificar o fabricante e modelo do disco em Linux</title>
		<link>http://www.portalopensource.com/2009/08/25/identificar-o-fabricante-e-modelo-do-disco-em-linux/</link>
		<comments>http://www.portalopensource.com/2009/08/25/identificar-o-fabricante-e-modelo-do-disco-em-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 15:51:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[disco rígido]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>

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		<description><![CDATA[  Por vezes torna-se necessário identificar qual o fabricante e modelo dos discos rígidos que fazem parte do hardware presente na nossa máquina, e seria preferível fazer isto sem ter a necessidade de abrir a máquina. Primeiro, é necessário obter os device names dos discos, para isso é possível utilizar o comando &#8220;df&#8221; ou &#8220;cat [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>Por vezes torna-se necessário identificar qual o fabricante e modelo dos discos rígidos que fazem parte do hardware presente na nossa máquina, e seria preferível fazer isto sem ter a necessidade de abrir a máquina.<br />
Primeiro, é necessário obter os device names dos discos, para isso é possível utilizar o comando &#8220;df&#8221; ou &#8220;cat /proc/partitions&#8221;. Um exemplo destes nomes são /dev/hda ou /dev/sdb.</p>
<p><strong>Utilização do comando <em>lshw</em></strong><br />
$ lshw -class disk<br />
&#8230;<br />
-disk:0<br />
 product: ST3250310NS<br />
 vendor: Seagate<br />
 version: SN04<br />
        serial: 9SF0000TH<br />
 size: 232GiB (250GB)</p>
<p><strong>Utilização do comando <em>smartctl</em>:</strong><br />
$ smartctl -i /dev/sda<br />
&#8230;<br />
Device Model: ST3250310NS<br />
Serial Number: 9SF0000TH<br />
Firmware Version: SN04<br />
&#8230;<br />
<strong>Nota:</strong> Poderá ser necessário instalar o package &#8216;smartmontools&#8217;, o output varia dependendo da versão do smartctl e do fabricante/modelo do disco.</p>
<p><strong>Utilização do comando <em>hdparm</em>:</strong><br />
$ hdparm -i /dev/sda<br />
/dev/sda:<br />
Model=ST3250310NS, FwRev=SN04, SerialNo=9SF0000TH<br />
&#8230;</p>
<p><strong>Utilização do comando <em>hwinfo</em>:</strong><br />
$ hwinfo &#8211;disk<br />
&#8230;<br />
Model: &#8220;ST3250310NS&#8221;<br />
Device: &#8220;ST3250310NS&#8221;<br />
Revision: &#8220;SN04&#8243;<br />
Serial ID: &#8220;9SF0000TH&#8221;<br />
&#8230;<br />
<strong>Nota:</strong> Poderá ser necessário instalar o package &#8216;hwinfo&#8217;<br />
De notar ainda que é necessário ter permissões de root para obter o output integral destes comandos.</p>
<p>Um modo alternativo de determinar qual o fabricante e modelo do disco:<br />
$ ls /dev/disk/by-id<br />
ata-ST3250310NS_9SF0000TH<br />
ata-ST3250310NS_9SF0000TH-part1<br />
ata-ST3250310NS_9SF0000TH-part2<br />
ata-ST3250310NS_9SF0000TH-part3<br />
Ou seja, o modelo é ST3250310NS e o número de série 9SF0000TH<img src="http://www.portalopensource.com/?ak_action=api_record_view&#038;id=421&#038;type=feed" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Utilizar o rar no Ubuntu</title>
		<link>http://www.portalopensource.com/2009/01/20/utilizar-o-rar-no-ubuntu/</link>
		<comments>http://www.portalopensource.com/2009/01/20/utilizar-o-rar-no-ubuntu/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2009 14:50:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicações]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[rar]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[O Rar é um dos formatos de compactação mais popular, no entanto o Ubuntu não traz qualquer aplicação para extrair ficheiros neste formato ou para compactar ficheiros neste formato.Isto porque tal como o MP3 o rar é um formato fechado. Para instalar o rar no Ubuntu deve-se introduzir o seguinte comando na consola: sudo apt-get [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Rar é um dos formatos de compactação mais popular, no entanto o Ubuntu não traz qualquer aplicação para extrair ficheiros neste formato ou para compactar ficheiros neste formato.Isto porque tal como o MP3 o rar é um formato fechado.<br />
Para instalar o rar no Ubuntu deve-se introduzir o seguinte comando na consola:</p>
<p><code>sudo apt-get install unrar</code></p>
<p>Isto não vai instalar mais software no PC, no entanto permitirá ao Ubuntu adquirir a capacidade de gerir ficheiros RAR. O package do unrar tem cerca de 100KB.<br />
De notar que esta solução apesar de free não é open source.<img src="http://www.portalopensource.com/?ak_action=api_record_view&#038;id=348&#038;type=feed" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Instalar o Google Earth no Ubuntu 8.10</title>
		<link>http://www.portalopensource.com/2009/01/14/instalar-o-google-earth-no-ubuntu-810/</link>
		<comments>http://www.portalopensource.com/2009/01/14/instalar-o-google-earth-no-ubuntu-810/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 09:59:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[google earth]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.portalopensource.com/?p=328</guid>
		<description><![CDATA[Para se poder efectuar a instalação da aplicação é necessário adicionar o repositório Medibuntu à listagem de sources. Isto pode ser feito com o comando seguinte: sudo wget http://www.medibuntu.org/sources.list.d/intrepid.list -O /etc/apt/sources.list.d/medibuntu.list sudo aptitude update &#38;&#38; sudo aptitude install medibuntu-keyring &#38;&#38; sudo aptitude update Este comandos permitem adicionar o repositório e disponibilizar os novos packages. Deste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.portalopensource.com/wp-content/uploads/2009/01/crbst_google_earth_icon.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-330" title="google earth" src="http://www.portalopensource.com/wp-content/uploads/2009/01/crbst_google_earth_icon.gif" alt="" width="130" height="129" /></a>Para se poder efectuar a instalação da aplicação é necessário adicionar o repositório Medibuntu à listagem de sources. Isto pode ser feito com o comando seguinte:</p>
<p><code>sudo wget http://www.medibuntu.org/sources.list.d/intrepid.list -O /etc/apt/sources.list.d/medibuntu.list</code></p>
<p><code>sudo aptitude update &amp;&amp; sudo aptitude install medibuntu-keyring &amp;&amp; sudo aptitude update</code></p>
<p>Este comandos permitem adicionar o repositório e disponibilizar os novos packages.</p>
<p>Deste modo o sistema está pronto para a instalação do Google Earth. A instalação não poderia ser mais simples, bastando o comando seguinte:</p>
<p><code>sudo aptitude install googleearth-4.3</code></p>
<p>Dependendo da aceleradora gráfica poderão existir alguns problemas com esta versão do Google earth, se o mesmo ficar “bloqueado” ou simplesmente não iniciar, é preferível remover a versão 4.3 e utilizar a 4.2, para isso basta introduzir o comando seguinte:</p>
<p><code>sudo aptitude remove googleearth-4.3 &amp;&amp; sudo aptitude install googleearth-4.2</code><img src="http://www.portalopensource.com/?ak_action=api_record_view&#038;id=328&#038;type=feed" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Remover o som de Beep do Ubuntu</title>
		<link>http://www.portalopensource.com/2009/01/13/remover-o-som-de-beep-do-ubuntu/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 17:11:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[beep]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[O seguinte comando desliga o som de beep para a sessão actual do Ubuntu: sudo rmmod pcspkr Para desligar de forma permanente este som de aviso é necessário adicionar a linha seguinte ao ficheiro /etc/modprobe.d/blacklist blacklist pcspkr]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O seguinte comando desliga o som de beep para a sessão actual do Ubuntu:<br />
<code>sudo rmmod pcspkr</code></p>
<p>Para desligar de forma permanente este som de aviso é necessário adicionar a linha seguinte ao ficheiro <strong>/etc/modprobe.d/blacklist</strong><br />
<code>blacklist pcspkr</code><img src="http://www.portalopensource.com/?ak_action=api_record_view&#038;id=320&#038;type=feed" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como Encerrar ou Reiniciar o Ubuntu a partir da consola</title>
		<link>http://www.portalopensource.com/2009/01/06/como-encerrar-ou-reiniciar-o-ubuntu-a-partir-da-consola/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 19:28:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[Intrepid Ibex]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Imagine que se encontra a utilizar o Ubuntu 8.10 Intrepid Ibex, mas em ambiente servidor sem o X11, ou encontra-se remotamente conectado a um sistema via SSH e necessita de encerrar ou reiniciar o sistema a partir da linha de comandos. Nada mais simples, para reiniciar o sistema Ubuntu utilize o comando: sudo init 6 Para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine que se encontra a utilizar o <a title="Ubuntu" href="http://www.ubuntu.com">Ubuntu 8.10 Intrepid Ibex</a>, mas em ambiente servidor sem o <a title="X11" href="http://en.wikipedia.org/wiki/X11">X11</a>, ou encontra-se remotamente conectado a um sistema via SSH e necessita de encerrar ou reiniciar o sistema a partir da linha de comandos.</p>
<p>Nada mais simples, para reiniciar o sistema Ubuntu utilize o comando:<br />
<strong>sudo init 6</strong></p>
<p>Para encerrar o sistema Ubuntu utilize o comando:<br />
<strong>sudo init 0</strong></p>
<p>De notar que os comandos apresentados encerram ou reiniciam imediatamente o sistema, ou seja não questiona o utilizador acerca de trabalho não guardado. Portanto antes de utilizar estes comandos certifique-se que o seu trabalho se encontra guardado.<img src="http://www.portalopensource.com/?ak_action=api_record_view&#038;id=230&#038;type=feed" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Instalar fontes do Vista no Ubuntu</title>
		<link>http://www.portalopensource.com/2009/01/06/instalar-fontes-do-vista-no-ubuntu/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 19:09:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[fontes]]></category>
		<category><![CDATA[fonts]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[vista]]></category>
		<category><![CDATA[windows]]></category>
		<category><![CDATA[xp]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas pessoas não gostam das fontes que fazem parte da distribuição Ubuntu. É verdade que existe muita escolha, mas não se compreende como algumas foram incluídas na versão oficial. É verdade que existem fontes de qualidade, como a Ubantang. No entanto se os utilizadores preferirem fontes do Vista ou XP apenas necessitam de executar os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas pessoas não gostam das fontes que fazem parte da distribuição Ubuntu. É verdade que existe muita escolha, mas não se compreende como algumas foram incluídas na versão oficial. É verdade que existem fontes de qualidade, como a Ubantang.<br />
No entanto se os utilizadores preferirem fontes do Vista ou XP apenas necessitam de executar os seguintes passos:</p>
<ol>
<li>Na pasta “Home” activar a opção “view hidden files” (Ctrl+H).</li>
<li>Procurar a pasta “.fonts”, criar a mesma se não existir (Não esquecer o ponto &#8211; “.”).</li>
<li>Colocar na pasta as fontes com a extensão “.ttf” pretendidas</li>
</ol>
<p>Todas as fontes colocadas nesta pasta estarão assim disponíveis para uso normal.<img src="http://www.portalopensource.com/?ak_action=api_record_view&#038;id=228&#038;type=feed" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>As Linhas de Comando mais úteis (Parte 2/2)</title>
		<link>http://www.portalopensource.com/2008/08/07/as-linhas-de-comando-mais-uteis-parte-22/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 10:24:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Figueiredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[consola]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Permissões de Ficheiros. Constantemente damos por nós a ser &#8220;impedidos&#8221; de fazer algo devido a permissões de ficheiros. O chmod serve para resolver esse problema. chmod octal file - Podemos mudar as permissões com este comando para o utilizador, grupo ou todos adicionando 4 &#8211; Leitura(r) 2 &#8211; escrita(w) 1- Execução(x) Exemplos: chmod 777 (leitura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://portalopensource.com/wp-content/uploads/2008/08/bashcommandprompt.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-135" title="bashcommandprompt" src="http://portalopensource.com/wp-content/uploads/2008/08/bashcommandprompt-300x163.gif" alt="" width="300" height="163" /></a></p>
<p>Permissões de Ficheiros.</p>
<p>Constantemente damos por nós a ser &#8220;impedidos&#8221; de fazer algo devido a permissões de ficheiros. O <strong>chmod </strong>serve para resolver esse problema.</p>
<p><strong>chmod octal file </strong>- Podemos mudar as permissões com este comando para o utilizador, grupo ou todos adicionando</p>
<ul>
<li>4 &#8211; Leitura(r)</li>
<li>2 &#8211; escrita(w)</li>
<li>1- Execução(x)</li>
</ul>
<p>Exemplos:</p>
<p>chmod 777 (leitura escrita e execução para todos)</p>
<p>chmod 755 ( rwx para o dono do ficheiro e rx para o grupo e restantes.</p>
<p>O comando <strong>ssh </strong></p>
<p>A forma mais utilizada para acedermos a um outro servidor linux por linha de comandos é utilizando o <strong>ssh </strong></p>
<p style="text-align: left;">Basta para isso correr o comando <strong>ssh user@máquina</strong> ou se necessário podemos-nos ligar a uma porta especifica ao fazer <strong>ssh -p porta user@máquina</strong></p>
<p style="text-align: left;">Informações de sistema</p>
<p style="text-align: left;">Os comandos de sistema são básicamente palavras em inglês, é tudo muito óbvio comandos tais como <strong>date,uptime,whoami,free</strong> etc denunciam imediatamente o que fazem. O conceito dos comandos em linux baseia-se um pouco nisso, o nome do comando acaba por denunciar sempre o que a aplicação em si faz. Em todo o caso se encontrar um comando que não lhe diz nada tente digitar <strong>man </strong>antes do comando e será apresentado o manual do mesmo.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"> </p>
<p><img src="http://www.portalopensource.com/?ak_action=api_record_view&#038;id=138&#038;type=feed" alt="" /></p>
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